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Pedra em estado de espanto

  na beira desimportante dum brejo entre sapos que pensavam úmido havia uns que choravam claridades   não era reflexo dalguma tristeza era de morar tão perto do silêncio que aquilo lhes escapava dos olhos   e por saberem mais de eternidade que certos panos de bolso antigos não se rendiam à lida dos enxugos   as lágrimas vazadas permaneciam quase redondas, feito esse mundo como se a lua toda nelas coubesse   e eu que vinha em pedra da cidade só espiei - com cuidado de mistério uma pequena poça de luz no chão

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