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Ipê amarelo

  as flores do alto desacordadas no chão tinha um olho no asfalto e o seu cu, na mão   na cabeça de vento os cabelos de algodão no pé em ‘sofrimento’ uma meia estação   um corte no saco e dois grãos de feijão uma catinga de sovaco e ares de enrolação   um susto de morte e a placa de contramão foi outra noite de sorte ou a vida em recitação?

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